Caso Débora: Presos em Santa Catarina, mais dois homens acusados de envolvimento no crime

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O caso de desaparecimento de Débora Custódio Arruda, 56 anos, que agora é investigado como homicídio, ganhou um novo capítulo e novos personagens. Meirisson Moura, 23 anos, que confessou a autoria da morte e deu detalhes de como tudo aconteceu, apontou a participação de mais duas pessoas no crime: Gabriel Franchak de Nigris, 30 anos e Adriano Maciel, de 32 anos.

Os dois homens que estavam sendo procurados, foram presos no início da semana em Florianópolis (SC) e vão responder pelo crime de latrocínio, que é roubo seguido de morte, tendo a ocultação de cadáver como qualificadora do crime.

O corpo da vítima ainda não foi encontrado, ele teria sido deixado as margens da rodovia BR-101, em Santa Catarina. Já o carro de Débora foi achado abandonado na região de Coroados, em Guaratuba.

O caso segue em investigação pela Polícia Civil do Paraná em parceria com a Polícia Civil de Santa Catarina.

1ª versão do crime:

Segundo Meirisson, ele e Débora estavam consumindo bebidas alcoólicas e entorpecentes ainda na região de Piçarras, quando ele começou a estrangular a mulher no banco do passageiro. Com a vítima desfalecida ele seguiu viagem, chegando em um local remoto e pouco movimentado, onde continuou a estrangular a vítima até a morte.

Depois, colocou o corpo no banco de trás do veículo e seguiu viagem até Joinville (SC), onde deu carona para duas pessoas dizendo que Débora era sua esposa e estava dormindo sob efeito de medicamentos.

Após o desembarque dos caronas, Meirisson tentou se livrar no corpo, nas margens da rodovia BR-101 em Joinville, em uma localidade conhecida como Vila Nova. Em seguida, dirigiu até Coroados, em Guaratuba, onde abandonou o carro da vítima.

Relembre o Caso

Um caso misterioso foi registrado em Guaratuba, na região de Coroados. O carro de uma mulher desaparecida, Débora Custódio Arruda, de 56 anos, foi encontrado abandonado na localidade. Ela havia saído do Balneário Piçarras (SC), no dia 5 de maio e desde então, a família não obteve mais notícias sobre seu paradeiro.

A cadelinha que estava com ela no momento do desaparecimento, foi achada por uma família a 10 km de onde o carro foi localizado e já foi resgatada por parentes de Débora. Segundo testemunhas, a última vez que Débora foi vista, foi no interior de um supermercado de sua cidade, comprando comida para três moradores de rua. Logo após, ela teria dado carona para um deles em seu carro, do modelo VW/Crossfox. Ainda de acordo com o relato de testemunhas, mais para frente do trajeto, outras duas pessoas entraram no carro.

“A gente não sabe se ela foi coagida por essas pessoas ou simplesmente quis ajudar, eles teriam rodado por mais de uma hora pela cidade de Piçarras por volta das 23 horas do dia 5 de maio. Depois eles saíram de Barra Velha, passaram pelo pedágio sem pagar e depois de 3h15 o veículo entrou na cidade paranaense de Guaratuba, onde o carro foi abandonado”, havia dito um familiar, em entrevista recente ao Jornal Diarinho.

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