Guaratuba decreta calamidade pública devido aos problemas registrados no serviço de travessia

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Guaratuba decretou estado de calamidade pública devido os constantes transtornos causados pela empresa Três Mosqueteiros, que administra o ferry boat na cidade. O objetivo do prefeito Roberto Justus é pressionar a concessionária a resolver os frequentes problemas relatados pelos usuários.

As enormes filas, demora para realizar a travessia, situação precária das balsas, são algumas das queixas dos usuários. Na última terça-feira (13), uma das balsas apresentou problemas no rebocador no meio da travessia e dezenas de pessoas ficaram à deriva até que a estrutura bateu em um banco de areia, por sorte, ninguém se feriu.

“Aquilo que num primeiro momento poderia parecer apenas um dissabor, em razão dos atrasos e das filas, extrapola todos os limites, oferendo risco à integridade física e à vida dos usuários”, afirmou Roberto Justus em entrevista para o Paraná Portal.

Recentemente, a empresa também foi multada por quebra de contrato, ela teria que adquirir uma nova balsa até o dia 07 de julho, o que não aconteceu. Mediante aos últimos acontecimentos, a concessionária foi notificada e a Prefeitura agora exige a representação de todos os documentos necessários para o alvará.

“Não foi a primeira, nem a segunda vez, e se não tivéssemos tomado essa medida, talvez não fosse a última vez a nos depararmos com as balsas à deriva ou encalhadas na Baía de Guaratuba”, completou o prefeito de Guaratuba.

A Prefeitura de Guaratuba deu um prazo, que deve vencer na próxima sexta-feira (16), para que a concessionária apresente toda a documentação e comprove a capacidade para arcar com as responsabilidades assumidas na assinatura do contrato.

Caso isso não aconteça, a empresa Três Mosqueteiros corre o risco de ter o seu contrato de prestação de serviço em Guaratuba, cancelado.

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